O Meio e o Indivíduo

O dependente químico ou alcoólico é cobrado e influenciado pelo ambiente social em que se encontra, este ambiente determina como ele deve se portar e pensar. Caso haja uma fuga das normas sociais, conseqüentemente será punido, sendo assim, a todo o momento o individuo é monitorado, deste forma o nível de estresse ao qual é submetido o faz ser visto como um ser marginal, saindo às vezes do “normal” para a “loucura”. O que passa a ser um risco!

O Papel da Família no processo terapêutico do paciente

As pessoas que se encontram ligadas por laços afetivos, têm objetivos em comum, e um funcionamento específico. Esse funcionamento pode ser alterado quando um dos membros está internado, é natural que surjam dúvidas e insegurança em todo e qualquer membro da família. É um momento de tomada de decisões que podem ser fáceis ou não, há a necessidade de adotar uma postura diferente para que o problema seja solucionado, neste caso, para que a pessoa internada atinja o estado de saúde mental desejável, se faz necessário uma parceria e comunhão entre os profissionais do espaço terapêutico e a família. O apoio familiar é muito importante, sendo mais ainda durante o tratamento, porém esse papel no contato com o paciente não é fácil, pois vários são os sentimentos que a família pode apresentar diante dessa situação, podendo atrapalhar e impedir que o tratamento evolua.

Os familiares tornam-se essenciais no processo de tratamento do paciente, no entanto necessitam saber como lidar com as situações estressantes, evitando comentários críticos ao paciente ou se tornando exageradamente super protetores.

É importante que a família sinta o que deve fazer e aprenda como deve proceder para que o contato com o paciente em questão seja algo positivo e não negativo.